Publicado em 1887, este conto de Oscar Wilde já foi alvo de várias adaptações teatrais e cinematográficas (lembro-me de ver uma na televisão quando era puto, onde David Niven fazia de fantasma). Desta vez temos uma versão portuguesa com um espírito muito britânico.
O cenário é austero, fazendo lembrar os filmes de terror gótico de antigamente, havendo alturas em que sentimos que estamos a assistir a uma sessão espírita. A iluminação é brilhante e os efeitos práticos e eficazes na sua simplicidade. Apesar do humor, quando tudo fica às escuras, não deixamos de sentir um pequeno calafrio.
Com uma encenação lúgubre, sóbria, elegante e divertida de Bruno Bravo, pontuada com algumas velhas canções, aconselho uma visita à mansão dos Canterville e ao seu fantasma assombrado.
Elenco: António Mortágua, André Pardal, Joana Campos, João Bravo, João Pedro Dantas, Mafalda Jara, Sandra Faleiro
Equipa Criativa: Adaptação e Encenação: Bruno Bravo • Texto: Oscar Wilde • Cenografia, Figurinos e Adereços: Stephane Alberto • Desenho de Luz: António Villar • Assistente de cenografia: Margarida Silva • Construção de cenário: David Paredes e Nuno Tomaz • Assistente de figurinos: Joana Veloso • Costura: Inês Correia e Inês Batista • Direção de Produção: Telma Grova • Assistente de produção: Inês Felix • Assistência de Encenação e Direção de Cena: Margarida Lopes Batista • Assistência técnica: Nell Heuer • Operação Técnica: Rafael Ligeiro • Video: Tiago Nuno • Media Partner: Antena • Produção: Primeiros Sintomas
Fotos: Sérgio Lemos





Devia mencionar em que sala está ou esteve em cena e as datas.
ResponderEliminarOlá, obrigado por teres visitado o meu blog. Em relação às salas e datas o problema é que, muitas das vezes, os espectáculos estão tão pouco dias em exibição que quando faço as minhas publicações já se foram. Mas podes sempre fazer uma busca no Google pelo nome da peça.
ResponderEliminar